segunda-feira, 15 de julho de 2013

Botafogo está colado no líder Coritiba

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FOGÃO AINDA
É O MELHOR DO RIO

Os dois a um para o Grêmio, no domingo, na Arena do clube do sul, acabou sendo injusta para o alvinegro, que, principalmente, no segundo tempo partiu para cima da retranca armada pelo técnico Renato Gaúcho. O azar do Fogão foi em relação a bobeadas da defesa. Na primeira o jovem Dória acabou dando espaço para o arremate de Vargas. Na segunda, apesar das reclamações dos botafoguenses, houve a falha de uma cabeceada para trás que deixou novamente Vargas livre para marcar.

É importante que os jogadores botafoguenses aprendam um pouco mais da regra. No segundo gol do Grêmio alegam ter desistido da jogada devido ao bandeirinha ter acenado impedimento (que na realidade não existiu). Os bandeirinhas são apenas auxiliares do juiz e o que vale é o apito do árbitro. Mesmo que o bandeira não tivesse errado, acenando impedimento, dificilmente a defesa interceptaria o lance, pois a bola caiu na medida nos pés de Vargas para o arremate fatal.

O resultado mostra que o Botafogo está vivo na competição, com 13 pontos, mesmo número do segundo colocado, o Vitória, e a apenas dois pontos do líder Coritiba. Seedorf marcou um golaço.

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domingo, 14 de julho de 2013

Má fase do goleiro tricolor é preocupante

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CAVALIERI
AMEAÇADO
NA SELEÇÃO

Cavalieri voltou a repetir o erro cometido na Libertadores contra o Olímpico, em uma bola cruzada. Sua falha e em outro lance do zagueiro Digão resultou na derrota do Fluminense por 3 a 2 em Macaé, na partida de sábado frente ao Internacional de Porto Alegre. Forlan marcou dois gols, sendo um deles, o gol olímpico que Cavalieri não viu a cor da bola facilmente defensável. O goleiro há muito tempo vem atravessando uma má fase e com isso, está aceso o sinal de alerta na comissão técnica da seleção brasileira, na qual o goleiro figura como a terceira opção no gol defendido por Júlio Cesar, pois Jefferson, do Botafogo, adquiriu a condição de reserva imediato do titular, por sua maior regularidade.

Na cola de Cavalieri estão o goleiro Vitor do Atlético Mineiro, Cássio do Corinthians, além de outros que atuam no exterior.

NA VILA - Na Vila Belmiro, o Santos goleou a Portuguesa e o destaque foi o garoto Neilton, com cabelo de moicano. Já há torcedor cantando: "Neilton é melhor do que Neimar!", na base do rei morto, rei posto.


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sábado, 13 de julho de 2013

Fla joga no novo Maracanã dia 28 contra o Fogão

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MENGÃO VAI PROVAR
DO NOVO MARACA
POR SEIS MESES


O Flamengo e o consórcio Complexo Maracanã Entretenimento S.A. chegaram a um entendimento, prevendo um namoro de seis meses para ver se a coisa dará em casamento. Os dirigentes do consórcio sabiam que o Maraca sem o Mengão não teria o mesmo charme do passado e por isso, acabaram pedindo "pinico" nas negociações com a turma da Gávea. Há quem diga que as negociações irritaram os tricolores, pois, embora sigilosas (em um mundo em que tudo vaza), são tidas como mais vantajosas que as oferecidas a turma das Laranjeiras. O Fluzão, por exemplo, tem um contrato amarrado com o consórcio, por 35 anos, enquanto o Mengão vai experimentar o fruto proibido só até o fim do ano.

Com o Engenhão bichado, o Botafogo também deverá entrar na partilha do novo Maraca.

A volta do Mengão ao novo Maraca está marcada para 28 de julho, um domingo,
pelo Campeonato Brasileiro, contra o Botafogo.
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Um reforço pernambucano de volta a São Januário

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DINAMITE CONVOCA

VOVÔ JUNINHO PARA

SALVAR O VASCÃO


Juninho Pernambucano, depois da saída do técnico Autuori, é o novo salvador da Pátria do Vasco da Gama. Aos 38 anos, o atleta não se saiu bem em sua ida para o futebol norte-americano e assim foi convidado pelo presidente Roberto Dinamite para voltar a São Januário. 

Brincadeiras à parte de torcedores adversários, com a idade do atleta. O grande fato é que a volta de Juninho poderá dar um melhor toque de qualidade ao meio campo vascaíno, cujo elenco é um dos mais limitados dos últimos anos. A estratégia será a de fazer do Pernambucano o maestro da equipe. O novo técnico Dorival Júnior terá à disposição um jogador experiente, que saberá, sem dúvida, ditar o ritmo da partida. Ele também é fatal nas faltas e nas batidas de escanteio.

Na realidade, Dinamite não poderá parar nisso. O Vasco necessita de reforços urgentes para várias posições. Caso contrário o "vovô" fracassará como ocorreu nos Estados Unidos. Ele volta a São Januário ganhando o salário mínimo e a promessa de Dinamite de quitar uma dívida antiga de cerca de 500 mil reais.
 

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Craque é fundamental para ganhar títulos

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DÊEM-ME RONALDINHO
QUE LHES DAREI O TÍTULO

 MAURICIO FIGUEIREDO


Aos técnicos da atualidade, com seus supersalários, falta a ousadia de Gentil Cardoso de exigirem, no mínimo, um craque em suas equipes.

O Atlético Mineiro desponta como um dos grandes favoritos para a conquista do Campeonato Brasileiro de 2013. Dono de um forte elenco, o clube tem tudo para chegar, no mínimo, entre os primeiros colocados na competição. De verdade, o técnico Cuca poderia ter sido o autor da frase célebre do técnico Gentil Cardoso, que ao assumir, em 1946, o comando do Fluminense, simplesmente declarou aos dirigentes: "Dêem-me Ademir que lhes darei o título". No caso de Cuca não foi sequer necessário fazer este pedido. Os dirigentes apenas foram buscar o craque Gaúcho que estava brigado com os dirigentes da Gávea. A simples contratação de Ronaldinho aliado a companheiros de equipe também bons de bola credenciam o Galo Mineiro a conquista de qualquer título. E o Gaúcho é, sem dúvida, a estrela máxima da equipe.
Em 1946, o diretor de futebol do Fluminense, insatisfeito com o rendimento da equipe, demitiu o técnico Hector Cabelli e teve a ousadia de contratar Gentil Cardoso, que no início do Campeonato Carioca fez um único pedido, acompanhado de uma promessa:  "Dêem-me Ademir, que lhes darei o título".

Ademir Menezes era simplesmente um dos maiores artilheiros do Brasil e defendia a camisa do Vasco da Gama, sendo disputado por vários times. O tricolor (mesmo sem Unimed que sequer existia) não teve medo de ser feliz e saiu vencedor da disputa, trazendo Ademir para as Laranjeiras.
No dia 28 de março de 1946, o Fluminense arrebatou Ademir, o famoso Queixada, do Vasco com a proposta de 35 mil cruzeiros pelo passe, com contrato de 2 anos, 80 mil de luvas e mais 85 mil arrecadados por um grupo de sócios. Os jornais da época registraram que se tratava de uma verdadeira fortuna, equivalente a de um bom apartamento de luxo na Zona Sul do Rio.

Na disputa do Supercampeonato de 1946 participaram 10 equipes,  em turno e returno, jogando todos contra todos. O campeonato terminou com América, Botafogo, Flamengo e Fluminense, após os 2 turnos, empatados com o mesmo número de pontos. Diante disso, foi elaborado o Supercampeonato por meio de um quandragular final, que despertou grande interesse entre os torcedores. Com a perda de seu craque Ademir (como agora ocorre com o Flamengo, sem Ronaldinho), o Vasco da Gama sequer chegou a classificação final, decepcionando seus torcedores.

Tanto como hoje, a presença do craque faz a diferença. Ademir foi fundamental para a conquista do Supercampeonato tricolor, tendo marcado 24 dos 97 gols feitos pela equipe. O Queixada, no quadrangular final, marcou sete gols em cinco partidas disputadas, tendo inclusive decidido o título a favor do tricolor no jogo contra o Botafogo, com a vitória consagradora por 1 x 0.

Foram 24 jogos disputados e Ademir Menezes foi decisivo na maioria das partidas, com o Fluminense obtendo 18 vitórias, 1 empate, 5 derrotas. Foram feitos 97 gols a favor, 45 contra, com saldo positivo de 52 gols.

O time base que conquistou o Supercampeonato de 1946 foi o seguinte: Robertinho; Gualter; Haroldo; Pé-de-Valsa; Pascoal; Bigode; Pedro Amorim; Simões; Ademir Menezes; Orlando ( Pingo-de-Ouro ); e Rodrigues (artilheiro do campeonato com 28 gols).

Aos técnicos da atualidade, com seus supersalários, falta a ousadia de Gentil Cardoso de exigirem, no mínimo, um craque em suas equipes.

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Clubes possuem administração amadora

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DANÇA DOS TÉCNICOS:

A QUEM INTERESSA? 

MAURICIO FIGUEIREDO

Oito técnicos já foram demitidos nesta fase inicial do Campeonato Brasileiro. Cada demissão implica em enorme prejuízo para os clubes, em virtude das multas rescisórias elevadas. Na dança das cadeiras, os dirigentes amadores tentam resolver a baixa qualidade de seus elencos, com a contratação de um novo "feiticeiro" que fará o milagre de fazer a equipe jogar bola. Só que "feiticeiro" em futebol só houve um: *Fleitas Solich (foto), que brilhou no Flamengo.

Os técnicos foram elevados a figura de pop stars. Muitos são ótimos em entrevistas e em participações em mesa redonda na televisão, mantendo a audiência elevada com muito palavreado e pouco efeito na prática. Uns são os covardes que armam o time na retranca, tentando garantir por mais tempo o empregão. Outros são mais ousados e mandam o time pra frente e na primeira goleada sofrida acabam com a cabeça cortada.

Há técnicos que chegam aos clubes dando a impressão de "salvadores da pátria". Eles acertam com os dirigentes que terão carta branca total. Se metem na preparação dos juniores e dão até pitaco no time de fraldinha, garantindo que no futuro o time poderá ter um novo Falcão ou quem sabe um novo Neimar.

Alguns técnicos se intrometem até no cardápio da nutricionista e durante a noite, na concentração, atuam como vigias implacáveis, a fim de que seus pupilos não quebrem a abstinência necessária para a competição do dia seguinte.

No amadorismo do futebol brasileiro, os "professores" passam a dar aulas aos seus atletas, convictos que em poucos dias eles serão a réplica perfeita do Barcelona ou da seleção da Espanha. O "botocudo" zagueiro que só sabe dar chutão ou mesmo o cabeça de área - ou cabeça de bagre - é orientado para sair jogando, como se fosse um refinado Domingos da Guia, Didi ou Gerson.

Para mostrar que o grupo está unido, há técnicos que ensinam seus alunos até a maneira certa de darem entrevista. A derrota tem de ser explicada fazendo alegação ao fato de que "tomamos dois gols de bola parada". A bola parada explica qualquer mau resultado. Outra saída é jogar a culpa para o juiz: "ele não deixou nosso time andar. Paralisava o jogo sempre marcando faltas inexistentes". Há também os que mencionam o péssimo estado do gramado: "a grama estava alta"; "a grama estava baixa e a bola corria muito". E todos esqueciam rapidamente o início da carreira jogando em campos carecas e esburacados.

O novo técnico chega falando que foi contratado porque achou o "projeto" do clube, altamente profissional. Terá condições de fazer um trabalho de primeiro mundo. Vai supervisionar a construção do CT, escolherá a banheira e os chuveiros do vestiário.

O bom de tudo, é que o técnico nunca vem só: com ele vem o preparador físico, o médico, o nutricionista, o massagista, o preparador de goleiros, o jogador-batuqueiro para animar a equipe na concentração e no ônibus de viagem, o psicólogo, a mãe de santo, o neuro linguista, o assessor de imprensa, o segurança máximo, e toda uma equipe altamente qualificada. Quando a vaca vai pro brejo, as dívidas contraídas vão para o clube.

E quem paga por tudo isso é o torcedor, que acaba fazendo papel de otário.

*Fleitas Solich - A história do treinador paraguaio Fleitas Solich no Flamengo se inicia com a conquista, pelos paraguaios, do Campeonato Sul-Americano. Foi o segundo técnico que mais comandou o Flamengo, só sendo superado por Flávio Costa, sendo o terceiro técnico que mais conquistou títulos oficiais na história do clube (cinco títulos, entre eles o tricampeonato de 1953, 54 e 55).

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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Tricolor acerta contrato para jogar no Rio

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O MARACA É
DO FLUMINENSE

O Fluminense saiu na frente e acertou com o Maracanã S.A. contrato para utilização do Estádio, conseguindo dessa forma manter no Rio, próximo de sua torcida, os jogos em que a equipe tricolor tiver mando de campo. As partidas disputadas em outros centros, principalmente os fora do estado, são consideradas desgastantes, obrigando o time a viagens constantes e cansativas. Ao fechar o contrato, os dirigentes tricolores tiveram o objetivo de priorizar o desempenho técnico da equipe.

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