quinta-feira, 10 de março de 2016
Intromissão demais da CBF
A CBF, além do envolvimento em corrupção que resultou no afastamento e prisão de alguns de seus dirigentes, parece meio perdida em termos de atribuição. Como se não bastasse comandar a seleção brasileira, o que não é pouca coisa, tenta fixar regras estapafúrdias em relação aos clubes, quando deveria organizar melhor a tabela de seus campeonatos.
A mais nova tentativa é a de fixar regras, com critérios em relação a demissão de técnicos pelos clubes.
Ora, trata-se de um caso da alçada de cada agremiação e exclusivamente dela.
Se a demissão frequente de técnicos causa ou não problemas, quem paga por isso é única e exclusivamente os clubes.
Falar-se em proteção aos treinadores é chover no molhado. Trata-se de uma categoria profissional altamente valorizada, com salários muito acima dos pobres mortais de outras importantes profissões do cenário nacional e mundial.
Muitos técnicos, a cada demissão, são contemplados com indenizações que é uma forma de proteção até mesmo graciosa e muitos imediatamente conseguem novo emprego. Há casos inclusive dos que abandonam o barco em virtude de uma proposta melhor.
A CBF querer meter o bedelho nessa relação trabalhista é ir muito além do que que deveria ser suas atribuições.
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