quarta-feira, 11 de junho de 2014

Diego Costa, o bom filho em casa

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Diego Costa, o brasileirinho que optou por atuar pela seleção espanhola na Copa do Mundo, declarou ter sido bem recebido no Brasil pelo povão. Ele disse que as pessoas entenderam bem a sua escolha, sabendo separar o lado profissional das demais questões. Resta saber como será uma final entre Brasil e Espanha.
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Árbitro Nishimura na estreia do Brasil

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De olho nos faniquitos de Neymar e controlando a violência, o árbitro japonês Yuichi Nishimura, de 42 anos, foi escalado para a partida de abertura da Copa do Mundo, nesta quinta-feira, às 17 horas, no Itaquerão, em São Paulo, entre o Brasil e a Croácia. Ele foi quem apitou a fatídica partida em que o Brasil perdeu para a Holanda por 2 a 1, na última Copa, colocando Felipe Melo para correr, quando acertou as pernas do adversário.
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Uruguai aposta em recuperação de Suárez

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Considerado seu principal atleta, o Uruguai espera com entusiasmo a recuperação de Luis Suárez para que entre em campo na estreia contra a Costa Rica, no próximo domingo, pela Copa do Mundo. Um dos que mais torcem para isso é o técnico Oscar Tabárez.
O Uruguai faz parte do grupo D - o da morte - com a Inglaterra e Itália também, além da Costa Rica.

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terça-feira, 10 de junho de 2014

Quem será o grande goleiro desta Copa?

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Na área maldita, onde nem a grama nasce, quem será o grande goleiro desta Copa?
 

Por Mario Brizon

Uma das profissões mais ingratas do mundo do futebol é a de goleiro. De maldito e frangueiro, a santo e gato, todos os goleiros têm seus dias de glória e dias de azar. Podem ter punhos de ferro num jogo e mão de maionese ou de alface no seguinte.
Num lugar tido como maldito, debaixo das traves, onde a coruja dorme, os quero-quero fazem ninhos, caveiras de burro são enterradas, mandingas são feitas e até onde nem a grama nasce direito, muitos se consagram, viram ídolos eternos e outros ficam amaldiçoados para o resto da vida. A linha tênue que divide o gol e o campo de jogo também divide a vida profissional e pessoal destes personagens, basta lembrarmos do saudoso Moacir Barbosa, goleiro do Vasco e da Seleção Brasileira na Copa de 1950. Unanimidade na sua época, esteve muito próximo de se consagrar e se tornar o primeiro arqueiro campeão do mundo, mas o chute do atacante uruguaio Ghiggia, para muitos defensável, selou e criminalizou Barbosa para o resto da vida. Ele mesmo se penalizou pelo ocorrido e carregou essa culpa para o resto da vida. Não vejo falha de Barbosa naquele gol.
E o que dizer de ídolos que tiveram seus caminhos destruídos por desacertos na vida pessoal? Basta lembrarmos do goleiro Bruno, ídolo do Flamengo, em grande fase profissional e que hoje poderia ser perfeitamente o titular da seleção. Sua carreira foi abreviada em função do assassinato da modelo Eliza Samúdio.
A Copa é o cenário ideal para o surgimento desses ídolos ou a derrocada de muitos deles. Lembremos do acrobático Higuita, da Colômbia, que na Copa de 1990 virou piada ao perder uma bola para o camaronês Roger Milla e levar um gol. Ou o espanhol Andoni Zubizarreta, que levou um frangaço na Copa de 1998 e viu a Espanha ser eliminada. E o grande Oliver Kahn, eleito o melhor jogador da Copa de 2002 antes da final com o Brasil. Derrotado e com atuação apagada, sua eleição foi contestada pelo mundo do futebol. Depois disso, abreviou sua carreira. E o que dizer do brasileiro Júlio Cesar, que falhou no gol que eliminou o Brasil em 2010? Fardo que o atormenta até hoje.
Mas, neste artigo, vamos nos prender aos grandes nomes e tentar adivinhar os que brilharão neste ano.
Para este autor, o maior de todos os goleiros é o italiano Dino Zoff, que sagrou-se campeão do mundo em 1982. Tinha um senso de colocação sem igual e era um líder nato. Zoff salvou a Itália de Paolo Rossi no último lance do fatídico jogo que eliminou o Brasil na Copa de 1982. Da escola italiana que se seguiu após ele, pode-se dizer que foi o grande professor dos craques Walter Zenga e Gianluigi Buffon, campeões mundiais também.
Mas há que se fazer jus ainda a Gilmar dos Santos Neves, o único goleiro bi campeão mundial como titular, nos anos de 1958 e 1962 e o inglês Gordon Banks, autor daquela que, até hoje, é considerada a maior defesa de uma Copa. Aconteceu em 1966, na Inglaterra, numa partida contra o Brasil.
Podemos lembrar de outros nomes consagrados. Vale ressaltar que o espanhol Iker Casillas e o italiano Gianluigi Buffon podem se igualar a Gilmar dos Santos Neves, caso a Espanha ou a Itália alcancem o triunfo.
Há muitos notáveis que não foram campeões. Da escola russa o "aranha-negra" Lev Yashin, nos anos 50, 60 e 70, considerado por muitos como o maior goleiro do Século 20, e nos anos 80, um de seus pupilos, Rinat Dasayev. Da Holanda, Jan Jonbloed, do famoso "Carrosel Holandês" dos anos 70, e nos anos 90 o fantástico Edwin Van Der Saar. Da Espanha, aquele que é considerado o maior goleiro de sua história, Ricardo Zamora, que jogou em 1934. Da Hungria, em 1954, um dos maiores times da história começava com um grande goleiro: Gyula Grocsis. Nos anos 70 e 80, do melhor time que a Polônia já teve veio um grande goleiro, Jan Tomaszewsi. Da escola belga dos anos 80 e 90, Jean-Marie Pfaff e Michel Preud-Homme. E da Argentina, Sergio Goycochea, grande nome na Copa de 1990. E merece ainda uma menção o paraguaio e artilheiro José Luis Chilavert e o mexicano Antonio Carbajal, que disputou cinco copas.
E algum grande goleiro ficou de fora da Copa deste ano? Certamente o checo, Petr Cech.
A lista dos campeões mundiais:
1930 - Enrique Ballesteros (Uruguai)
1934 - Giampiero Combi (Itália)
1938 - Aldo Oliveiri (Itália) - também campeão como reserva em 1934
1950 - Roque Máspoli (Uruguai)
1954 - Anton Turek (Alemanha)
1958 - Gilmar dos Santos Neves (Brasil)
1962 - Gilmar dos Santos Neves (Brasil)
1966 - Gordon Banks (Inglaterra)
1970 - Félix Venerando (Brasil)
1974 - Seep Mayer (Alemanha)
1978 - Ubaldo Fillol (Argentina)
1982 - Dino Zoff (Itália)
1986 - Nery Pumpido (Argentina)
1990 - Bodo Illgner (Alemanha)
1994 - Cláudio Taffarel (Brasil)
1998 - Fabian Barthez (França)
2002 - Marcos Reis (Brasil)
2006 - Gianluigi Buffon (Itália)
2010 - Iker Casillas (Espanha)
Mas, em quem apostar como o grande goleiro de 2014? Certamente o campeão será lembrado. Mas terá sido ele o melhor?
Nas opiniões, surgem alguns nomes indiscutíveis: Iker Casillas, Gianluigi Buffon e Manuel Neuer são os preferidos. Muitos apontam o belga Thibaut Courtois como favorito. Há quem acredite na recuperação de Júlio César, ou no seu reserva vai tomar a vaga: Jefferson. Na minha opinião, o melhor deve mesmo ser um deles, mas se tivesse que apostar em algum, escolheria Courtois, por estar em melhor forma e ter feito uma temporada impecável no Atlético de Madrid. Acho que o inglês Joe Hart também pode aparecer com destaque, isso se a Inglaterra superar a difícil chave em que está contra uruguai, Itália e Costa Rica.
E você, em quem apostaria suas fichas?
 
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Felipão aumenta tamanho da seleção

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Se complicar nas bolas altas, é só por grandão Henrique

Daniel Silva, na lateral-direita tem apenas 1,73m de altura, enquanto na lateral-esquerda o destaque é o outro baixinho Marcelo, com também 1,73m. É claro que qualquer técnico adversário vê nesse componente uma das fragilidades defensivas da seleção brasileira. A entrada de Maicon na equipe eleva a altura para 1,87m, mas seria, por enquanto, uma injustiça com o lateral baixinho do Barcelona. Na esquerda, o aumento seria apenas de 4 centímetros, com a entrada do reserva Maxwell.

Ao experimentar Henrique, que foi seu atleta no Palmeiras, na função de volante, em treinamento na Granja Comary, Felipão mostrou estar atento com o problema. O grandalhão mede 1,87m, mas pesa apenas 76k, facilitando sua mobilidade. Com isso, o Brasil ganha em força defensiva contra as jogadas aéreas, pois Henrique é polivalente e atua também de zagueiro. Ele com isso, junta-se aos 1,89 do gigante David Luiz, equilibrando um pouco também a baixa altura para zagueiro do capitão Thiago Silva, com seus 1,83m.

No treino para surpresa de muitos, Henrique entrou no lugar de Oscar, acabando com a polêmica de que o baixinho de 1,80m perderia o lugar para outro mais baixinho: William, com 1,74m, mas que ganha em peso do companheiro com 70k contra 67k. Mas, se a questão é altura Ramires aparece com 1,80m a mesma de Oscar e de Hernanes. Por isso, o teste com o gigante Henrique mata vários coelhos com uma só cajadada. Ele abre a opção também de um revezamento mais consistente com David Luiz na zaga, alternando os avanços sempre perigosos do zagueirão-xerife. Dante com 1,88m seria boa opção, mas ao contrário de Henrique não sabe atuar jogando na função de volante.
Nessa briga por aumentar o tamanho da seleção brasileira, Fernandinho também fica em desvantagem com seus 1,76m.

No treino, Hulk, com 1,80m foi convocado para auxiliar Marcelo nas bolas alçadas na área quando da cobrança de escanteio pelos reservas. Até Jô, o mais alto dos 23 convocados, com 1,90m, entrou no lugar de Fred, com 1,85m. Tudo é válido quando houver necessidade de o Brasil reforçar a equipe contra as jogadas aéreas dos adversários.

Com isso, é só esperar que na frente surja o brilhantismo do baixinho Neymar, com 1,74m ou quem sabe, como um verdadeiro David futebolístico (não o gigante David Luiz), mas o anãozinho Bernard, de 21 anos, 1,63m e 60 kilos. Mas, como disse Felipão, com muita alegria nas pernas.

  MAURICIO FIGUEIREDO
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Flamengo vê plano B para Ney Franco

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A performance de Ney Franco no Flamengo, não tem agradado há muitos. Por isso, não será surpresa que no retorno do Brasileirão, se o técnico não engrenar, de imediato, a substituição se torne inevitável. O Mengo amarga a vice-lanterna da competição e vai enfrentar na volta o Atlético Paranaense, dia 16 de julho, e em seguida, no dia 20, no Beira-Rio, o Internacional. Serão provas de fogo para Ney Franco.
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Vasco no páreo pelo Gladiador

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A desistência por parte do Atlético Mineiro aumenta as chances do Vasco na batalha pela contratação de Kleber Gladiador. A meta é ter o negócio fechado para o retorno da série B do Brasileirão depois da Copa do Mundo.
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