sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Fogão pega o Duque de Caxias domingo

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Não é o carrossel, mas já tem um holandês que faz a diferença

SEEDORF
E MAIS DEZ

Não tem como escapar: a estrela da companhia continua sendo o holandês Seedorf (foto) e dele dependerá muito o desempenho do Botafogo no Campeonado Estadual. A equipe foi se banhar na pré-temporada na surfística Saquarema, na Região dos Lagos, e resta saber agora se terá gás para enfrentar as ondas do início de trabalho. O Fogão estreia no domingo, às 19h30, contra o Duque de Caxias, no Engenhão.

Seedorf diz estar animado para o seu primeiro campeonato carioca. "
Temos que colocar na cabeça que o normal é querer vencer e ganhar esses títulos. Manter a base foi muito importante, nos dá esperança e podemos ficar otimistas", afirmou o holandês.

Mas a esperança de gols passou a ser depositada no jovem Henrique que tomou o lugar de Rafael Marques (o que não chega a ser uma façanha). Disposto a ganhar um lugar no time, o atleta, de 21 anos, afirma que gosta de jogar como centroavante, mas se necessário também atua pelos lados do campo.

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Boavista é o primeiro teste dos cruzmaltinos

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VASCO DA GAMA
ESTREIA COM UMA
EQUIPE DUVIDOSA

Muitos abandonaram o barco de São Januário e rendimento da equipe será testado no Estadual

Como será o Vasco de cara nova que estreia no Campeonato Estadual no sábado, às 19h30, no Estádio da Cidadania, em Volta Redonda, contra o Boavista? A expectativa é grande entre os torcedores que de repente viram sumir velhos ídolos (também na idade) Felipe e Juninho, que dão lugar a ilustres desconhecidos. Na quase debandada geral, a equipe perdeu até o goleiro Fernando Prass e coloca no gol Alessandro, tendo na zaga Douglas e Dedé (foto), que para alívio geral continuou em São Januário.

Para comandar esse enigmático time que fez pré-temporada de duas semanas em Pinheiral, no Sul Fluminense (há quem diga que seriam necessários dois meses para ver se a equipe dará caldo), está o eterno "craque" que nunca se consagra, Carlos Alberto, que jogará ao lado do leve, livre e solto Bernardo que também precisa se firmar de vez. O ataque será formado por Éder Luiz e o tanque equatoriano Tenório.

Nas laterais, as opções são Elsinho, na direita, e talvez o jovem Dieyson, que se tremer dará vez ao volante Wendel, que também brinca na posição. No trem que está para partir Felipe Bastos poderá parar no Inter e por isso, a vaga vem sendo ocupada por Abuda, que apenas esquenta o lugar para Sandro Silva.

Resta saber se o Vasco será a quarta força entre os grandes ou se poderá subir alguns degrauzinhosw.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Baba adversários, Kaká a caminho da SeleFlu

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 O semanário espanhol Marca noticiou que o meio campo Kaká, do Real Madrid, deve pintar em breve na SeleFlu, apesar de o Mila da Itália também estar na disputa. De acordo com o jornal, o Fluzão chegou a oferecer ao ídolo um salário de dez milhões de euros anuais.

A ida para o Milan, no entanto, não está descartada por Kaká, que já jogou antes pelo clube. "Estou pronto para fazer tudo para voltar ao Milan. A minha situação no Real Madrid não está boa", disse o craque, assinalando que "já disse ao Milan que estou pronto para encontrar uma solução. Vivi os momentos mais bonitos da minha vida em Milão".
Kaká tem contrato com o Real Madrid válido até junho de 2015 e uma cláusula de rescisão fixada em 150 milhões de euros.
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Liedson pronto para dar bye bye e ir descansar no Porto

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Vitor Pereira, técnico do Futebol Clube do Porto, não mostrou muito entusiasmo sobre a contratação de Liedson, do Flamengo, pela equipe portuguesa. Ele não quis comentar a contratação do ex-goleador do Sporting, que depende apenas de alguns detalhes finais.
 "Posso falar do Izmailov, porque é meu jogador, agora do Liedson não posso falar porque não é meu jogador. Quando ele for, e se vier a ser, então falarei sobre ele", disse o treinador do Porto.
"Agora fala-se do Liedson, também se falou-se do Meyong. Eu não posso estar a comentar cada jogador de que se fala nos jornais, até porque é uma falta de respeito fazer apreciações de jogadores que estão em outros outros clubes. Por acaso estes dois eu até conheço, mas às vezes fala-se de jogadores de quem eu nunca ouvi falar", acrescentou Vítor Pereira, lembrando a forma como se trabalha no FC Porto: "Nós estamos a trabalhar com profissionalismo também nesse aspecto. As coisas são feitas cá dentro e, se se concretizarem, eu estarei aqui para as comentar".
Em declarações à Antena 1, Renato Santos, assessor de Liedson, confirmou que faltam pequenos pormenores para o atacante ser reforço do Dragão, como é conhecido o Porto. "O Marcelo Robalinho é que está aí a tratar das coisas e o Liedson está no Rio à espera. Está pronto para viajar. Foi uma grande surpresa. Tivemos um indício há uns dias e este ganhou corpo. O Liedson ficou muito contente".
A expectativa dos torcedores do Flamengo é grande e muitos já começam a cantar: "Bye bye Liedson vai descansar no Porto".
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Pelé e um tal de Messi, a bola da vez

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         Em torno de 17 anos, um jornalista francês intitulou Pelé como o Rei do Futebol. Em toda a sua carreira, o título jamais foi questionado. Um dos grandes do passado que se aproximaram do rei por ser também um "fora de série", foi o Di Stéfano, ídolo do Real Madrid. Mas o próprio craque argentino fez o julgamento definitivo: "Pelé e Garrincha são seres de outro planeta".

          Com o passar do tempo, alguns tentaram colocar Maradona no mesmo patamar de Pelé, apontando-o como superior. Outros fizeram a comparação entre Pelé e Garrincha, desconhecendo estilos diferentes. Edson Arantes do Nascimento, antes de tudo foi um atleta, enquanto Garrincha aparece como um gênio intuitivo. Não era um atleta, a começar pelas suas pernas tortas que alguns especialistas da área médica acreditavam ser impossível atuar como atleta profissional. Mas, Mané entrou para a história mostrando que o "impossível" muitas vezes se torna possível.

            Agora, para contemplar os mais jovens, procura-se comparar Pelé com o argentino Messi, ídolo do Barcelona. A revista Época em sua sessão Primeiro Plano-Diagrama apresenta os feitos de Pelé aos 25 anos e de Messi aos 25 anos. Em termos de gols há uma certa proximidade. Pelé com 25 anos aparece com 783 gols em 427 jogos, com a média de 1,83 gols por jogo, enquanto Messi figura com 319 gols em 432 jogos (ou seja, mais jogos que Pelé), detendo a média de o,73 gols por jogo.

             No perfil dos dois craques, Messi é citado como canhoto, enquanto Pelé aparece como destro, ou seja, utiliza com perfeição as duas pernas. Um detalhe, porém, que não é correto. Pelé ainda menino, como acontece com muitos garotos, só utilizava uma das pernas. Foi seu pai Dondinho, ex-jogador de futebol, que começou a exigir dele que passasse a treinar chutando sempre com as duas pernas. Com o passar do tempo, o garoto Edson passou a ser um exímio chutador com ambos os pés.

             O que diferencia Pelé dos demais, como já frisaram vários analistas, era o seu repertório amplo de jogadas. Ele batia falta com maestria, pênaltis, driblava com grande habilidade (embora procurasse sempre a objetividade e o caminho do gol), além de ser o inventor de diversas jogadas que atualmente se tornaram comuns em nossos campos.

             Uma dessas jogadas foi a de em uma partida oficial tentar surpreender o goleiro marcando um gol de pleno meio campo. Depois dele, muitos tentaram, e conseguiram inclusive marcar o gol. São jogadores de porte médio longe de qualquer genialidade.

               Aos 25 anos Pelé já tinha em sua biografia a conquista de dois campeonatos Mundiais pelo Brasil.

                É claro que Messi pode chegar lá. Trata-se de um jogador talentoso.
                Mas, por enquanto para ser comparado a Pelé, não passa apenas da Bola da Vez.
  
Mauricio Figueiredo para o ARD-Bola
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domingo, 6 de janeiro de 2013

Indivíduo competente: 11 é a camisa dele

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Rivellino: o maior do mundo
segundo um tal de Maradona

Não há como deixar Roberto Rivellino de fora da Seleção Brasileira Eterna escalada pela equipe do ARD-Bola. Jogador de meio-campo, em nosso time foi colocado na ponta-esquerda, conforme atuou na Seleção de 70. "Indivíduo competente: 11 é a camisa dele", conforme a descrição de Valdir Amaral.
Trata-se simplesmente de um jogador que ostentou vários títulos em sua carreira, sendo considerado o maior jogador da história do Corinthians,   13º Maior jogador Brasileiro do Século XX pela IFFHS: 1999;   32º Maior jogador sulamericano do século : 1999;   100 Maiores Craques do Século - World Soccer (Leitores): 1999;  Premio Golden Foot Award (Lenda do Futebol): 2006;  49 Maiores jogadores de todos os tempos - World Soccer (Júrados): 2010.
 E não bastasse isso um reconhecimento isento, pelo fato de partir de um atleta ídolo de um país rival e classificado entre os melhores do mundo: para Diego Maradona, Rivellino foi o maior jogador que já viu atuar.
A carreira de Rivellino foi desenvolvida na década de 1960, com atuações marcantes pelo Corinthians e pela Máquina Tricolor do Fluminense, montada pelo presidente Francisco Horta. Foi titular da seleção brasileira tricampeã mundial na Copa de 70, no México, tendo começado a carreira nas categorias de base do Corinthians, jogando no time profissional de 1965 a 1974, quando se transferiu para o Fluminense, onde jogou até 1978.
Considerado fora de série pela habilidade com a perna esquerda (foi inventor do drible elástico), era dono de passes longos e precisos, além de exímio cobrador de faltas, apelidado de a patada atômica. De temperamento agitado, Riva, no entanto, tinha um grande temor: não gostava de bater pênaltis, esquivando-se sempre desse tipo de cobrança.
Um detalhe de sua trajetória futebolística foi o fato de ter sido rejeitado durante uma "peneira" pelo Palmeiras. Por isso, para muitos seu futebol crescia quando enfrentava o arquiriva. O "Reizinho" marcou 141 gols pelo Corinthians.
Foi um dos jogadores mais importantes na seleção que obteve o tricampeonato na Copa do Mundo de 1970, no México.
Rivellino foi relegado pelo Corinthians, pelo fato de o time paulista amargar vários anos sem a conquista de um título. Foi recebido de braços abertos pelo Fluminense, onde fez carreira brilhante. Estreou no tricolor das Laranjeiras em 8 de fevereiro de 1975, num amistoso, contra o próprio Corinthians, no Maracanã, em pleno sábado de Carnaval. O Flu venceu de 4 a 1 e ele marcou três gols, deixando nos torcedores e dirigentes corinthianos um gosto amargo de quem cometeu um grande erro.
A "Máquina Tricolor" conquistou o bicampeonato estadual (75/76) e foi por duas vezes semifinalista do campeonato brasileiro, tendo em 1975, perdido para o Internacional, e em 1976  para o Corinthians, no jogo em que a torcida do Timão invadiu o Maracanã.
Em 1978 se transferiu para o Al Hilal, da Arábia Saudita, onde foi campeão da Copa do Rei e campeão nacional. Devido a brigas com os dirigentes árabes, Riva encerrou a carreira em 1981, com apenas 35 anos de idade.

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sábado, 5 de janeiro de 2013

Qual a sua Seleção Brasileira de todos os tempos?

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SELEÇÃO ETERNA


ARD-Bola mostra
Seleção Brasileira
de todos os tempos

A redação do ARDBola esteve de recesso, em virtude, das férias dos jogadores e festejos de fim de ano. Ela retoma agora oferecendo aos seus leitores o Calendário 2013 com base na Seleção Brasileira de todos os tempos, com jogadores que atuaram a partir de 1958, quando conquistamos nossa primeira Copa do Mundo, até os da atualidade. A formação da seleção foi feita com base em um Colégio Eleitoral que primeiro votou nos melhores de cada posição e depois a escalação foi feita apenas com os que conheceram os jogadores desde 1958 (apesar dos protestos dos mais novos - Mas o que se há de fazer se os "infelizes" não tiveram a alegria de ver atuar Pelé, Garrincha, Didi, Nilton Santos, Vavá, entre outros). Eis os nomes dos mais votados pelo colégio e depois a Seleção Brasileira de todos os tempos:

Goleiros - Gilmar, Castilho e Taffarel; Laterais-direito - Djalma Santos, Carlos Alberto Torres, Cafu e Leandro; Zagueiros - Luiz Pereira, Beline, Mauro, Orlando, Djalma Dias; Laterais-esquerdo - Nilton Santos, Júnior, Roberto Carlos, Branco; Meio Campo - Didi, Gerson, Clodoaldo, Zito, Falcão, Cerezo, Zico, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, Dirceu Lopes; Ponta Direita - Joel, Julinho Botelho, Jairzinho; Atacantes - Tostão, Amarildo, Vavá, Romário, Ronaldo Fenômeno, Reinaldo (Atlético Mineiro), Roberto Dinamite; Ponta Esquerda - Zagallo, Rivelino, Paulo César Caju, Edu (Santos), Pepe, Canhoteiro.

Hors Concours: PELÉ E GARRINCHA (foto)

SELEÇÃO BRASILEIRA ETERNA - GILMAR - CARLOS ALBERTO - BELINE - E NILTON SANTOS; GERSON E DIDI; GARRINCHA - PELÉ - ROMÁRIO - ZICO E RIVELINO.





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